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OFICINAS DE MARACATU DE BAQUE VIRADO

OFICINAS DE MARACATU DE BAQUE VIRADO
PARTICIPE DAS NOSSAS OFICINAS, VENHA VIVENCIAR UMA DAS MAIS TRADICIONAIS EXPRESSÕES DA CULTURA AFROBRASILEIRA QUE É O MARACATU.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Manifestação Pública em Floresta/PE contra Temer e a favor das Diretas Já

Floresta solta o Grito: FORA TEMER e ELEIÇÕES DIRETAS JÁ!

Nessa quarta-feira dia 24 de maio, realizou-se importante manifestação pública pelas ruas de Floresta/PE, seguindo o calendário de lutas em nível nacional, pelo Fora Temer e por Eleições Diretas Já, bem como contra as Reformas Trabalhista e da Previdência.

Concentração no Posto Trevo

A concentração ocorreu no Posto Trevo, reunindo várias lideranças e militantes dos 11 Sindicatos de Trabalhadores Rurais do Polo Sindical do Submédio São Francisco, MST-Movimento dos Sem Terra, Pastorais Sociais da Diocese de Floresta, como a Pastoral da Criança, Pastoral do Menor e Pastoral dos Pescadores, Associação Provida, Comunidades Quilombolas de Floresta, Itacuruba e Petrolândia, CUT/PE, SINTEPE, Sindicato dos Servidores de Floresta, Colônia de Pescadores, Associações de Pequenos Agricultores, representações indígenas e o Instituto Cultural Raízes.

Dom Gabriel Marchesi, Bispo da Diocese de Floresta falando aos participantes

Nas falas das lideranças a expressão da necessidade de se permanecer na luta e nas ruas para barrar as reformas antipopulares, especialmente as reformas trabalhista e previdenciária e a necessidade imediata da saída de Temer e a convocação de Eleições Diretas Já.

Também falou aos participantes o Bispo da Diocese de Floresta, Dom Gabriel Marchesi, que enfatizou a posição da CNBB-Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, contrária as reformas que retiram direitos sociais já conquistados e em favor da democracia.


A manifestação seguiu pelas principais ruas de Floresta, animada pela percussão do Instituto Cultural Raízes, com os ritmos do Afoxé e do Maracatu, ecoando as vozes de FORA TEMER e DIRETAS JÁ!

Nas paradas que se realizaram, lideranças se revezaram nos discursos contra as reformas, pela saída de Temer e em favor das Diretas Já, enquanto os grupos culturais do Instituto Raízes e da Associação Quilombola da Borda do Lago de Petrolândia, realizaram apresentações mostrando que a cultura está aliada a luta dos trabalhadores e dos povos oprimidos.

O Ato foi encerrado em frente a Prefeitura de Floresta, no sítio histórico do município. 

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Padre Luciano visita o Instituto Raízes


No último sábado dia 13 de maio, o Instituto Cultural Raízes recebeu a visita do Padre Luciano Aguiar, responsável pelas Pastorais Sociais da Diocese de Floresta.

O Padre Luciano foi recebido pela equipe de Coordenação do Instituto Raízes e presenciou o início do ensaio de Maracatu realizado pelas crianças, adolescentes e jovens do Instituto.


No diálogo mantido, tratou-se da possibilidade de realização de várias ações em parceria das Pastorais Sociais com o Instituto Raízes, no sentido de atender a crianças e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social e humana.


De acordo com Libânio Neto, Diretor Presidente do Instituto Raízes, "foi muito importante recebermos a visita do Padre Luciano, com o intuito de conhecer de perto nosso trabalho e de podermos realizar ações conjuntas, somando experiências e vivências no sentido de proporcionar uma oportunidade diferenciada para crianças e adolescentes viverem longe das drogas e de outras situações de risco".

sábado, 13 de maio de 2017

Por que os negros não comemoram o 13 de maio, dia da abolição da escravatura?



A Lei Áurea, que aboliu oficialmente a escravidão no Brasil, foi assinada em 13 de maio de 1888. A data, no entanto, não é comemorada pelo movimento negro. A razão é o tratamento dispensado aos que se tornaram ex-escravos no País. “Naquele momento, faltou criar as condições para que a população negra pudesse ter um tipo de inserção mais digna na sociedade”, disse Luiza Bairros, ex-ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
Após o fim da escravidão, de acordo com o sociólogo Florestan Fernandes (1920-1995), em sua obra “A integração do negro na sociedade de classes”, de 1964, as classes dominantes não contribuíram para a inserção dos ex-escravos no novo formato de trabalho.

“Os senhores foram eximidos da responsabilidade pela manutenção e segurança dos libertos, sem que o Estado, a Igreja ou qualquer outra instituição assumisse encargos especiais, que tivessem por objeto prepará-los para o novo regime de organização da vida e do trabalho”, diz o texto.
De acordo com a Bairros, houve, então, um debate sobre a necessidade de prover algum recurso à população recém-saída da condição de escrava. Esse recurso, que seria o acesso à terra, importante para que as famílias iniciassem uma nova vida, não foi concedido aos negros. Mesmo o já precário espaço no mercado de trabalho que era ocupado por essa população passou a ser destinado a trabalhadores brancos ou estrangeiros, conforme Luiza Bairros.
Integrante da União de Negros pela Igualdade (Unegro), Alexandre Braga explica que “O 13 de maio entrou para o calendário da história do país, então não tem como negar o fato. Agora, para o movimento negro, essa data é algo a ser reelaborado, porque houve uma abolição formal, mas os negros continuaram excluídos do processo social”.
“Essa data é, desde o início dos anos 80, considerada pelo movimento negro como um dia nacional de luta contra o racismo. Exatamente para chamar atenção da sociedade para mostrar que a abolição legal da escravidão não garantiu condições reais de participação na sociedade para a população negra no Brasil”, completou a ex-ministra.
Inclusão do negro ainda é meta
Apesar dessas políticas, tanto a ex-ministra quanto Braga entendem que ainda há muito por fazer.
O representante da Unegro cita algumas das expressões do racismo e da desigualdade, no país: “No Congresso, menos de 9% dos parlamentares são negros, enquanto que a população que se declara negra, no Brasil, chega a 51%. Estamos vendo também manifestações de racismo nos esportes, principalmente no futebol. Ainda temos muito a caminhar”.
“Ainda estamos tentando recuperar a forma traumática como essa abolição aconteceu, deixando a população negra à sua própria sorte. Como os negros partiram de um patamar muito baixo, teremos que acelerar esse processo com ações afirmativas, para que possamos sentir uma diminuição mais significativa das desigualdades”, explicou Bairros.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Maracatu Afrobatuque é destaque em Altinho/PE


No último domingo dia 9 de abril de 2017, O Grupo Cultural Maracatu Afrobatuque realizou apresentação na cidade de Altinho, no agreste pernambucano.

O convite partiu da Prefeitura de Altinho, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Infância, Juventude, Qualificação e Empreendedorismo de Altinho, para o Instituto Cultural Raízes, com a finalidade de abrilhantar a inauguração do CCI - Centro de Convivência de Idosos, daquela cidade.


A programação teve início às 16:00h com um Cortejo Cultural saindo da Sede da Saija e do Instituto da Juventude, percorrendo várias ruas centrais da cidade, até a Rua Luis Benevides de Melo, no bairro da Vila Nova, onde está localizado o CCI.

Nas Loas entoadas pelo grupo, as homenagens a Naná Vasconcelos, Luiz Gonzaga e a Nação do Maracatu Porto Rico, Nação a qual o Maracatu Afrobatuque é filiada.

O Maracatu Afrobatuque levou aos presentes a alegria, o brilho e o Axé desse trabalho de resistência cultural, que se desenvolve no sertão pernambucano, conquistando os aplausos e reconhecimento dos altinenses.

De acordo com Elenildo Arraes, Secretário de Desenvolvimento Social, Infância, Juventude, Qualificação e Empreendedorismo de Altinho, "escolhemos convidar o Maracatu Afrobatuque, pelo fato de ser um dos principais grupos culturais do Sertão de Pernambuco e, por conhecermos de perto os resultados positivos do trabalho realizado pelo Instituto Cultural Raízes em parceria com o Instituto da Juventude, que mudou a perspectiva cultural de Floresta e região, bem como proporcionou mudanças significativas nas vidas dos participantes do Maracatu".


A programação contou ainda com as apresentações culturais do CCI de Agrestina e do Batalhão 21 de Bacamarteiros de Altinho.

No ato de inauguração o Secretário Elenildo Arraes, exaltou o trabalho sócio cultural realizado pelo Instituto Raízes, no bairro do Vulcão em Floresta, que serve de espelho para Altinho e para a comunidade do bairro da Vila Nova.

Por sua vez o Prefeito Orlando José da Silva, parabenizou o Maracatu Afrobatuque pela belíssima apresentação de valorização da Cultura Popular e, firmou convite para o retorno do grupo a Altinho, nas festividades juninas desse ano.

"Estamos imensamente felizes e orgulhosos pelo convite, pela oportunidade de mostrarmos nosso trabalho, ultrapassando as fronteiras do sertão e, principalmente, estamos agradecidos ao Prefeito Orlando José da Silva, ao Secretário Elenildo Arraes, a equipe de secretários e de funcionários que nos recebeu de braços abertos, bem como pela atitude de valorização de todo o trabalho que realizamos", afirma Libânio Neto, Diretor Presidente do Instituto Cultural Raízes e fundador do Maracatu Afrobatuque.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Aniversariante do Dia - Skarlety Karolayne


O Instituto Cultural Raízes, parabeniza nossa querida SKARLETY KAROLAYNE PEREIRA GOMES SILVA, por seu aniversário de mais um ano de vida, completado no último dia 8 de abril de 2017.

Karol, como carinhosamente nós chamamos, teve rápida evolução no Maracatu Afrobatuque, tendo iniciado como porta estandarte e em seguida passa a ser batuqueira, tornando-se uma das nossas principais componentes.

Dedicada, compromissada e sempre alegre, começou também a participar do Afoxé Filhos de N'Zambi e do Grupo Cultural Sou da Terra e, é hoje, presença indispensável em nosso meio.

Que Deus lhe abençõe sempre, que tenha uma vida de paz, saúde e realizações e, que continue sendo essa pessoa maravilhosa para todos nós.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Estréia do Programa As Caras da Cultura


Na última quarta-feira dia 5 de abril, aconteceu no Auditório da Facesf em Belém do São Francisco, a estréia do Programa As Caras da Cultura, numa realização de A Produtora Áudio e Vídeo, Prefeitura Municipal de Belém do São Francisco e Facesf.

Numa noite repleta de vivências da cultura popular e regional, que iniciou com a recepção feita pela Banda de Pífano de Belém do São Francisco, teve espaço também para a inclusão social com a apresentação do projeto Reviver com crianças e adolescentes com deficiência.

Em seguida, foi realizada homenagem especial ao Mestre Lau, uma das principais referências culturais de Belém.

A Orquestra de Frevo Dionon Pires, trouxe para os presentes composições de artistas locais, valorizando as tradições carnavalescas local e regional.

Dando continuidade, o destaque ficou por conta do Instituto Cultural Raízes, instituição parceira, que realiza um amplo trabalho na região, voltado para o resgate e valorização das tradições culturais afrobrasileiras e indígenas, que apresentou o Maracatu de Baque Virado e o Coco de Roda, através do Grupo Cultural Sou da Terra, que arrancou aplausos e elogios do público presente.


Fechando com chave de ouro a noite de estréia do Programa As Caras da Cultura, aconteceu o Show do Poeta e Cantador Maciel Melo, que com simplicidade, alegria, poemas e canções maravilhosas, emocionou a todo o público presente, criando um momento inesquecível, regado com a essência mais pura da arte e da cultura de nossa gente pernambucana e sertaneja.


Encerrando seu Show, o Poeta Cantador Maciel Melo, convidou o Grupo Cultural Sou da Terra, para junto com ele cantar alguns Cocos, empolgando às pessoas que lotaram o Auditório da Facesf.

Ao final, a constatação da grande realização que é o Programa As Caras da Cultura e um gostinho de quero mais, que dá a certeza de sua continuação.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Instituto Raízes é destaque do Programa As Caras da Cultura


No último domingo 2 de abril, o Instituto Cultural Raízes, recebeu a visita da equipe de A Produtora Áudio e Vídeo de Belém do São Francisco, coordenada pelo Produtor Cultural João Di Carvalho.

O objetivo da visita foi fazer um registro da atuação sócio-cultural do Instituto Raízes em Floresta e região, com destaque especial para o Maracatu Afrobatuque, principal Grupo Cultural mantido pela instituição.


No momento em que completa 8 anos de atuação em Floresta e região, o Instituto Raízes se consolida, cada vez mais, como a principal Organização Não-governamental que atua no âmbito da Cultura Popular no Sertão de Itaparica, com um trabalho inovador e pioneiro, de resgate e valorização das tradições culturais afrobrasileiras e indígenas.


O Instituto Raízes é um dos destaques do Programa As Caras da Cultura, que será gravado esta quarta-feira dia 5 de abril a partir das 19:00h no Auditório da Facesf em Belém do São Francisco, onde participará com o Grupo Cultural Sou da Terra, levando o Maracatu de Baque Virado e Coco de Roda.


A gravação de entrevistas e imagens do Maracatu Afrobatuque para o Programa As caras da Cultura, deu início também ao Projeto RAÍZES - Identidade Cultural e Cidadania no Sertão de Pernambuco, que tem como finalidade a construção e publicação de Documentário e Livro contando a história e experiência do Instituto Cultural Raízes. 

Mais fotos:

Agbês do Maracatu Afrobatuque
Brilho e Beleza da Cultura Afrobrasileira no sertão pernambucano

Batuqueiras do Maracatu Afrobatuque
Meninas-mulheres, guerreiras da resistência de uma Cultura
que enfrenta desafios e preconceitos. numa luta diária
para manter viva suas tradições

Batuqueiros do Maracatu Afrobatuque
A riqueza de uma tradição que tem Fé, Fundamento e muito Axé