PROJETO TV RAÍZES

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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Documentário sobre o Instituto Raízes começa a ser produzido


No domingo dia 27/08/2017, o Instituto Cultural Raízes deu sequência ao Documentário "INSTITUTO RAÍZES - Identidade Cultural e Cidadania no Sertão Pernambucano".

Foi a terceira sessão de gravações do Documentário que contará a história do Instituto Raízes, suas realizações e a experiência exitosa, inovadora e pioneira, desenvolvida pela Ong no município de Floresta e região, especialmente na Comunidade do Vulcão/Escondidinho. 


Participam da produção do documentário,a Equipe da Diretoria do Instituto e os(as) jovens que fazem parte do Projeto de Audiovisual TV RAÍZES.

Além do Documentário, está prevista a edição de um livro que contará essa história de resistência e de luta em defesa da Cultura Popular e da Cidadania.

Ensaio Especial marca história do Instituto Raízes em Floresta


No domingo, dia 27 de agosto de 2017, o Instituto Cultural Raízes, realizou um Ensaio Especial com os alunos(as) e os(as) componentes dos Grupos Culturais, marcando uma trajetória de atuação em Floresta, que já conta 8 anos.

Desde o início em 2009, o Instituto Raízes, se dedica ao resgate e valorização das tradições culturais, bem como a formação para a cidadania.


As pessoas presentes, puderam faze ruma viagem no tempo, lembrando as cantigas e loas que marcam a história dos grupos culturais, seus aprendizados e momentos mais importantes.

É o Instituto Raízes, marcando uma história de resistência e de lutas em defesa da Cultura Popular.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Dia 6 de setembro - Grito dos Excluídos em Floresta


No próximo dia 6 de setembro de 2017, Floresta/PE será palco da realização do GRITO DOS EXCLUÍDOS.

Com o Lema: "POR DIREITOS E DEMOCRACIA, A LUTA É TODO DIA", a Diocese de Floresta, através de suas Pastorais Sociais e da Cáritas, bem como, Sindicatos de Trabalhadores Rurais, Fetape, CUT, MST, Provida, Instituto Cultural Raízes e várias outras instituições, irão às ruas de Floresta para defender o direito a TERRA, ao TRABALHO e ao TETO, além de reivindicar melhorias para a SAÚDE e EDUCAÇÃO, soluções para a crescente onda de violência e denunciar as injustiças cometidas pelo governo que destrói direitos trabalhistas e sociais, anteriormente conquistados através de muitas lutas populares.

A programação em Floresta, terá início às 8 horas da manhã, com concentração na entrada da cidade, ao lado do Posto Trevo, seguindo pelas principais avenidas.


O GRITO DOS EXCLUÍDOS é realizado nacionalmente, desde o ano de 1995, e já se encontra em sua 23 edição. Sempre acontecendo na "semana da pátria", é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.O Grito é uma descoberta, uma vez que agentes e lideranças apenas abrem um canal para que o Grito sufocado venha a público.


O Grito dos Excluídos/as é o Grito dos pobres e descartados/as da sociedade capitalista neoliberal: uma sociedade estruturalmente injusta e perversa! O Grito dos Excluídos/as é o Grito do Brasil, é o nosso Grito.

Todos(as) estão convidados a participar: trabalhadores em geral, lideranças sociais, militantes e dirigentes de movimentos populares, professores, estudantes, igrejas, grupos sociais e culturais e a população como um todo.

A presença de cada um e de cada uma de nós, fará a diferença e fortalecerá a luta por democracia e por nenhum direito a menos. 



quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Instituto Raízes busca a construção de parceria com o Setor Juventude da Diocese de Floresta


No dia 27 de julho de 2017, aconteceu na Sede do Instituto Cultural Raízes a primeira reunião entre a Diretoria do Instituto e a Coordenação do Setor de Juventude da Diocese de Floresta.

Com o objetivo de discutir parcerias e ações conjuntas, as equipes se reuniram nesse primeiro momento, onde foram apresentadas pelo Instituto Raízes a idéia da construção do diálogo e da parceria.

A Equipe de Coordenação do Setor de Juventude, se mostrou bastante interessada e, na mesma reunião já foram definidos os passos seguintes, onde destaca-se a realização de encontros para conhecimento mútuo e em seguida o planejamento de ações conjuntas.


Numa segunda reunião realizada no dia 07 de agosto, as equipes dialogaram no sentido de qual formato terão os encontros, bem como sobre a necessidade de se proceder com uma formação de lideranças jovens.

Tríduo Vocacional será realizado em Floresta especialmente para a Juventude


Nos dias de 24 a 26 de agosto de 2017, será realizado o Tríduo Vocacional promovido pela Paróquia de Floresta, pela Coordenação de Juventude da Diocese em parceria com o Instituto Cultural Raízes.

Com o Lema: JOVEM, Faça a Vida Acontecer, a programação é aberta ao público em geral, sendo especialmente pensada para a juventude florestana, contendo a seguinte programação:

Dia 24, às 19:00h
Roda de Conversa com o Tema: Juventude, Identidade e Discernimento Vocacional, que terá como facilitadores o Bispo Diocesano Dom Gabriel Marchesi e o Diretor Presidente do Instituto Cultural Raízes, Libânio Neto.

Dia 25, às 19:00h
Roda de Conversa com o Tema: Cidadania e Participação Social, tendo como facilitador o Diretor Presidente do Instituto Cultural Raízes, Libânio Neto.

Dia 26, às 19:00h
Noite Cultural, com várias apresentações voltadas para a Juventude, contando com a participação do Grupo Cultural Sou da Terra e de vários outros talentos jovens.

Toda a programação acontecerá na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, no bairro da Cohab, sendo coordenada pelo Pároco Padre Giovanni Malacrida e pela Equipe Pastoral formada pelas seguintes pessoas: Irmã Luciana, Irmã Jerusa, Irmã Darcylene e Irmã Graça, além de Alaíde Araújo, Maria Menezes, Erik Almeida e Fátima.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Instituto Raízes participa de Encontro com Jovens da Paróquia de Floresta


No dia 14 de agosto de 2017, o Instituto Cultural Raízes participou de um primeiro encontro com adolescentes e jovens ligados ao Setor Juventude da Paróquia e Diocese de Floresta.

O Encontro aconteceu no Recanto do Bom Jesus e, representou um primeiro passo no sentido de buscar a construção de uma parceria, com a perspectiva do desenvolvimento de ações que venham contribuir com a formação dos jovens de ambas instituições, bem como que alcance os jovens de Floresta que se encontram em situação de vulnerabilidade social e pessoal.


Além de dinâmicas de integração, os(as) participantes escutaram os relatos da Coordenação de Juventude da Paróquia de Floresta, a respeito da atuação das mesmas junto aos grupos de jovens.

Em seguida, o Diretor Presidente do Instituto Cultural Raízes, Libânio Neto, fez um relato sobre o surgimento do Instituto, seus objetivos principais e, os conceitos utilizados no trabalho que a instituição realiza em Floresta e região.


Ao final do encontro, o Instituto Raízes tocou e cantou, contribuindo para um momento de integração e animação, alimentando a expectativa positiva de momentos futuros que serão vivenciados em parceria.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Jovens Italianos visitam o Instituto Raízes


No dia 15 desse mês de agosto de 2017, o Instituto Cultural Raízes, teve a grata satisfação de receber a visita de vários jovens estudantes italianos, os(as) quais estão passando uns dias em Floresta/PE.

Durante a visita pudemos falar um pouco sobre a trajetória do Instituto Raízes, suas realizações e dificuldades.


Os jovens italianos, demonstraram bastante interesse em saber como são tocados os instrumentos e como é o funcionamento do trabalho que o Instituto Raízes realiza na Comunidade do Vulcão/Escondidinho.


Os jovens, foram acompanhados na visita, pelas Irmãs Luciana e Darcylene, com as quais pudemos dialogar sobre a realização de trabalhos futuros na Paróquia de Floresta em parceria com o Instituto Raízes.

Vários passos serão dados no sentido de buscar a implementação de ações que atendam especialmente os jovens de Floresta. 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

03 de Agosto - Dia do Capoeirista


Uma das manifestações mais fortes da cultura popular é lembrada nesta quinta-feira, dia 3 de agosto, quando se comemora o Dia do Capoeirista. Embora a data ainda não seja nacionalizada, há projetos de lei no Congresso Nacional propondo este reconhecimento. Alguns municípios instituíram a data, como Rio de Janeiro, Fortaleza, Florianópolis e Porto Alegre.

A capoeira tem suas origens no século 17, quando ocorreram os primeiros movimentos de fuga e rebeldia dos negros escravizados. No século 19, estão os primeiros dados e registros confiáveis e com descrições detalhadas sobre a prática. Existia até a hipótese de que a capoeira havia surgido na África, porém hoje acredita-se que tenha nascido mesmo no Brasil.

Estudiosos crêem que a origem da palavra capoeira venha do tupi-guarani caá-puêra, que significa “mato que já foi”. Já na linguagem caipira, o termo viria de capuêra, que significa mato que nasceu no lugar de outro derrubado ou queimado. Este tipo de terreno seria a arena das primeiras rodas de capoeira.

Afinal, o que é a capoeira? É uma dança? É uma luta? É jogo? Ou é tudo isso? Sua prática representa a junção de diferentes manifestações como a dança, a música, a dramatização, a brincadeira, o jogo e a espiritualidade. Esta característica torna a expressão complexa, apaixonante, surpreendente e rica.

Além de dança, a capoeira também era utilizada para defesa física. Ela tem uma história acidentada, pontilhada de episódios vexatórios e truculentos. Perseguida desde o começo, ganhou fama de má prática, “coisa de malandros e vadios”. A perseguição e proibição da prática durou até a década de 1930, quando Mestre Bimba e seus discípulos atuaram para que fosse aceita. A partir daí, teve início uma fase efetiva de sistematização do ensino da capoeira e de seu reconhecimento social.

Mais de oito décadas depois, a capoeira venceu preconceitos e conquista adeptos em todas as classes sociais. Por iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura (MinC), a capoeira foi reconhecida, em julho de 2008, como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. Em novembro de 2014, a Roda de Capoeira recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

A capoeira ganhou o mundo e passou a ter destaque, importância e reconhecimento na agenda política, social e cultural no Brasil e em mais de 150 países. Assim, os ensinamentos deste patrimônio cultural e imaterial afro-brasileiro podem ser transmitidos de geração a geração.

Fonte: site da Fundação Palmares

Biografia de Naná Vasconcelos


Naná Vasconcelos (1944-2016) foi um músico brasileiro, eleito oito vezes o melhor percussionista do mundo pela revista americana de jazz DownBeat.

Nana Vasconcelos (1944-2016), nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu na cidade do Recife, Pernambuco, no dia 2 de agosto de 1944. Com onze anos ganhou seu primeiro instrumento musical – um bangô, presente do pai, que também era músico. Com 12 anos já tocava em festas na capital pernambucana.

Em 1967, Naná Vasconcelos deixou o Recife e foi morar no Rio de Janeiro, onde conheceu Milton Nascimento e logo depois foi na companhia dele à Argentina. Com Milton gravou dois discos. Com o cantor e compositor Geraldo Azevedo viajou para São Paulo para participar do Quarteto Livre, que acompanhou Geraldo Vandré no famoso Festival da Canção. Participou do festival Brasil Tocando Rio, na capital fluminense.

Na década de 70, começou sua carreira internacional. Primeiro ingressou na banda do saxofonista argentino Gabo Barbieri, depois atuou em projetos ao lado de Egberto Gismonti, do trompetista Don Cherry (no grupo Codona), com o qual lançou três discos, e do guitarrista Pat Metheny. Gravou com o violonista francês Jean-Luc Ponty e com a banda Talking Heads, liderada por David Byrne, um dos grupos precursores do movimento new wave.

Foram 10 anos morando no exterior se apresentando em diversos países. Transformou o berimbau em protagonista de suas performances, mas não se limitou a ele, nas mãos de Naná tudo virava música. Em Nova York e Paris deparou-se com o sucesso ao descobrir que tinha um algo diferente do que os americanos e europeus estavam acostumados a ouvir.

Apesar de 10 anos passados no exterior, o percussionista explicou que não perdeu a identidade e por isso se tornou famoso lá fora. A carreira foi reconhecida e todo período de primavera/verão, o percussionista retornava à Europa para realizar uma série de concertos nos festivais.

De volta ao Brasil, o músico voltou a estabelecer relações mais próximas com o cenário musical brasileiro a partir da direção artística do festival Panorama Percussivo Mundial “PercPan”, em Salvador, que trazia grandes percussionistas ao país. Por oito vezes foi eleito o melhor percussionista em votação na revista de jazz DownBeat.

Ao dirigir o PercPan, ficou impressionado ao ver tanta criança na rua. “Isso me fez querer fazer alguma coisa”. Criou então o projeto ABC das Artes e o ABC Musical, mas o primeiro durou pouco mais de dois anos, na cidade de Olinda, e o outro retomava quando surgia oportunidade.

Naná Vasconcelos foi mestre de cerimônias do carnaval do Recife durante 15 anos. Em 2015, diagnosticado com câncer no pulmão, submeteu-se a quimioterapia, mas não parou. Abriu os festejos do carnaval de 2016 e estava planejando uma turnê internacional com o amigo Gismonti. Na manhã do dia 9 de março, teve uma parada respiratória e não resistiu.

Naná Vasconcelos faleceu no Recife, Pernambuco, no dia 9 de março de 2016.

Por Dilva Frazão

Música de Luiz Gonzaga permanece mais viva do que nunca



Embora seja mais associado à cultura nordestina de forma geral do que, especificamente, às tradições afro-brasileiras, Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, era um artista negro e sua música trazia essa influência. Nesta quarta-feira, 2 de agosto, completaram-se 28 anos de sua morte, enquanto a arte dele permanece mais viva do que nunca.

Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu no dia 13 de dezembro de 1912, em uma casa de barro, no povoado de Araripe, no município pernambucano de Exu. Era filho do casal Ana Batista de Jesus Gonzaga do Nascimento e de Januário José dos Santos do Nascimento.

Foi com o pai, sanfoneiro nas horas vagas, que Luiz Gonzaga aprendeu o instrumento que o consagraria. Anos mais tarde, o mentor musical do Rei do Baião recebeu homenagem na música Respeita Januário. Também com o pai, Gonzagão passou a tocar na adolescência, em bailes, forrós e feiras.

Antes da fama, Luiz Gonzaga serviu o Exército, do qual saiu em 1939, já morando no Rio de Janeiro. No início da carreira, incluía em seu repertório choros, sambas, música estrangeira e outros gêneros.

O sucesso veio em 1941, quando apresentou no programa de rádio de Ary Barroso a música Vira e Mexe, de sua autoria e com ares regionais. O sucesso rendeu um contrato com a gravadora RCA Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais.

Nos primeiros anos de sanfoneiro profissional, Luiz Gonzaga tocava de paletó e gravata. Contratado pela Rádio Nacional, conheceu na emissora o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que vestia trajes típicos do Rio Grande do Sul. Daí, surgiu a idéia de fazer shows vestido de vaqueiro, figurino que eternizou sua imagem.

Em 1947, Luiz Gonzaga lançou Asa Branca, seu maior sucesso, que fala do sofrimento do sertanejo, vítima da seca impiedosa. Compôs a canção em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira. No entanto, outras gravações suas entraram para a memória do imaginário popular brasileiro, como Xote das Meninas, Qui nem Jiló, Pagode Russo, A Vida do Viajante e Baião de Dois.

Dono do famoso título de Rei do Baião, O Velho Lua, como também o chamavam, divulgou este gênero por todo o Brasil. O folclorista Câmara Cascudo registra no estilo uma “inconsciente influência” do samba e das congas cubanas. Luiz Gonzaga ajudou a popularizar outros ritmos nordestinos, como o xote, o xaxado e o forró. Luiz Gonzaga, vale lembrar, é pai do cantor e compositor Gonzaguinha.

Nos últimos anos, Gonzagão sofreu de osteoporose, doença que atinge os ossos. Morreu no dia 2 de agosto de 1989, aos 76 anos, no Recife, vítima de uma parada cardiorrespiratória.

Quase três décadas após sua partida, Luiz Gonzaga continua sendo um dos artistas brasileiros mais influentes. Na fonte de sua música, beberam nomes tão variados quanto Sivuca, Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Novos Baianos, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Marisa Monte, Tom Zé, Chico Science & Nação Zumbi, Zeca Baleiro, Fagner, Gal Costa, Maria Bethânia, Carlos Malta e tantos outros.


Fonte: texto retirado do site da Fundação Palmares.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Instituto Raízes lança Projeto de Audiovisual



O Instituto Cultural Raízes, acaba de lançar neste dia 2 de agosto de 2017, mais um projeto inovador e pioneiro na cidade de Floresta-PE.

Trata-se do Projeto de Audiovisual denominado de TV RAÍZES, que consiste na manutenção de um Canal no Youtube, dedicado à divulgação, valorização e registro da história, personagens, manifestações e tradições da cultura popular, com enfoque especial para a cultura afrobrasileira e indígena.

A TV RAÍZES, também trabalhará conteúdos voltados para o destaque das origens, tradições, artistas e personalidades da cultura popular do nordeste e especialmente pernambucana.

Objetivos

- Promover a divulgação de conteúdos históricos e atuais sobre a cultura popular brasileira e, especialmente nordestina e pernambucana, dando ênfase para as manifestações e tradições afro-brasileiras e indígenas;
- Desenvolver ações informativas e formativas, tendo como públicos principais, artistas, criadores, militantes e admiradores da cultura popular, com foco todo especial para os adolescentes e jovens;
- Valorizar as tradições, experiências, costumes e rituais presentes nas raízes e história da cultura afro-brasileira e indígena;
- Constituir-se em material de pesquisa e apoio permanente para públicos em formação pedagógica e histórica;
- Contribuir efetivamente para a implementação das Leis nº 10.639/03 e 11.645/08.

Ações da TV RAÍZES

A TV RAÍZES, desenvolverá as seguintes ações permanentes:
- Veiculação do Programa – Cultura em Foco, de caráter mensal, que trás como conteúdo os seguintes blocos:
* Notícias (contendo informações locais, regionais, nacionais e internacionais),
* Entrevistas (lideranças, artistas e personagens da cultura popular e demais seguimentos sociais relacionados à cultura),
* Ritmos (com destaque especial para os ritmos afro-brasileiros e indígenas),
* Mulheres Negras (destacando as mulheres negras que fizeram história e as que atualmente continuam lutando por igualdade e respeito),
* Nossa História (com ênfase especial para a história de nossas lutas de libertação),
* Nossos Heróis (espaço em que serão destacados os verdadeiros heróis da história de nosso povo, na luta por libertação e direitos).

- RAÍZES DOC, que serão documentários produzidos sobre temas ou personagens específicos.

- RAÍZES DEBATE, programas que serão constituídos de palestras, debates e/ou rodas de diálogos sobre temas atuais e históricos envolvendo a cultura popular e tradicional.

- ESPECIAL RAÍZES, entrevistas e registros sobre temas atuais e históricos voltados para a realidade brasileira e mundial, especialmente abordando a cultura, juventude, mulheres e movimentos sociais.

A TV RAÍZES nas redes sociais: 
Canal no Youtube: 
Link: https://www.youtube.com/channel/UCDjQ8_hkUwk8LBgTWxp-S7Q

Blog:
Link: https://tvraizesdacultura.blogspot.com.br/

Página no Facebook:
Link: https://www.facebook.com/CulturadeFloresta/

Grupo no Facebook:
Link: https://www.facebook.com/groups/tvraizes/

Equipe de Produção

A Equipe da TV RAÍZES, é formada especialmente por adolescentes e jovens, ligados ao Instituto Cultural Raízes, tendo a seguinte composição inicial:

- Filmagem: Washington Alves e Libânio Neto
- Reportagem: Saminha Silva e Ana Beatriz (Bia)
- Pesquisa: Márcio Lima, Marciano Lima, Saminha, Bia e Igor Roam
- Apresentação: Márcio Lima, Marciano Lima, Saminha, Priscila e Igor
- Redação e Textos: Libânio Neto e Marciano Lima
- Edição: Marciano Lima e Libânio Neto
- Apoio: Andreina, Bia e Igor
- Supervisão: Libânio Neto

1 de Agosto - DIA ESTADUAL DO MARACATU


O Maracatu é uma das mais antigas, e belas, tradições da cultura popular do Estado de Pernambuco, e tem oficialmente sua comemoração no dia 1.º de Agosto. A data dedicada ao folguedo homenageia também o nascimento do Mestre Luiz de França, do Maracatu Leão Coroado, eleito Patrimônio Vivo de Pernambuco pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco.

O Maracatu, ou Cambinda, é um cortejo, dança dramática, que reinterpreta o Império Português e as Reinages Francesas, instituições tradicionais da realeza europeia que coroavam anualmente seus Reis, convergindo às tradições Africanas. Derivada das nações do Rei do Congo, criada em meados do século XVII, tinha por finalidade executar a parte administrativa, e o Alto do Congo representava teatro, música e dança. Os escravos coroavam seus Reis e Rainhas de fronte à Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, na Cidade do Recife.

Africanos trazidos para o Brasil reproduziam gestos da nobreza europeia para mostrar a sua força e seu poder, apesar da escravidão. Viajantes do século XVIII já narravam os desfiles destas cortes e as coroações de soberanos do Congo e de Angola no pátio da Igreja do Rosário dos Pretos, no Recife. A palavra maracatu era usada, até o século XIX, para designar qualquer ajuntamento de negros. Pouco a pouco passou a ser empregada para os cortejos de Reis Africanos.

A Lei Estadual n.º 11.506, datada de 22 de dezembro de 1997, instituiu em Pernambuco o dia 1.º de Agosto como Dia Estadual do Maracatu, revogando as disposições em contrário.